domingo, 18 de março de 2012

Leitor critica cinismo dos defensores do cigarro

Concordo plenamente com Herculamo, pois em nome do capitalismo vidas se perdem por inúmeros motivos e os gigantes zombam da nossa ignorância.

LEITOR HERCULANO KELLES
DE BELO HORIZONTE (MG)

É cândido senão cínico o discurso de Rodrigo Constantino publicado na seção "Opinião" (17/3) sobre o debate realizado pela Folha sobre tabagismo.
Falar de "direitos" e de "probabilidade" é, em primeiro lugar, ignorar o direito da pessoa ao lado do tabagista, que não gostaria de receber (e recebe inexoravelmente) a fumaça cheia de alcatrão e nicotina.

SXC
Cigarro acesso expelindo alcatrão e nicotina no ar
Cigarro acesso expelindo alcatrão e nicotina no ar
Fumante expele fumaça cheia de alcatrão e nicotina
Em segundo lugar, o que ele chama de probabilidade o era há décadas atrás, quando não haviam estudos conclusivos sobre os efeitos do cigarro, agora farta e reiteradamente comprovados.
O câncer de pulmão continua sendo o primeiro em incidência mundial graças ao cinismo da indústria tabagista, que já "comprou" consciências e decisões judiciais pelo mundo afora.
Mas felizmente isto está mudando, e a indústria da morte deverá voltar agora seu cinismo para outras frentes --talvez o álcool, drogas e junk food. 

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/1063396-leitor-critica-cinismo-dos-defensores-do-cigarro.shtml

quinta-feira, 8 de março de 2012

Será que só os brasileiros são desonestos?

Fiquei surpresa ao ver esta matéria, já que os americanos naturalmente são tão ufanistas e mantenedores da ordem.

Mulher continua a receber benefício do governo após ganhar na loteria

Amanda Clayton, que ganhou R$ 1,76 milhão, recebe R$ 351 por mês.
'Achei que seria ok porque eu não estou trabalhando', disse americana.

Uma americana do estado norte-americano de Michigan, que ganhou um prêmio de US$ 1 milhão (cerca de R$ 1,76 milhão) na loteria estadual, continuou a receber o programa de ajuda alimentar do governo para cidadãos sem renda comprovada.

“Eu pensei que eles iam me cortar, mas como não fizeram, eu pensei que seria ok [receber o benefício] porque eu não estou trabalhando”, disse Amanda Clayton, de 24 anos, ao canal Local 4, de Detroit.

A jovem, que disse ter comprado duas casas e um carro novo, recebe US$ 200 (R$ 351) por mês do programa de assistência alimentar por meio do seu Michigan Bridge Card, destinado a cidadãos de baixa renda dos oitos estados mais pobres dos EUA.

Cerca de 25% dos moradores do estado, que tem uma taxa de desemprego de 9,3%, recebem o benefício. Amanda não se sente constrangida quando questionada se acha que tem direito de receber dinheiro do estado.

A mulher minimizou o prêmio de US$ 1 milhão que ganhou, dizendo que metade foi imediatamente descontado para pagar impostos. "Eu acho que está tudo bem porque eu não tenho renda e tenho contas para pagar", disse ela. "Eu tenho duas casas."
Em dezembro, uma mulher do estado de Washington foi investigada quando se descobriu que ela recebia os benefícios do Estado mesmo vivendo em uma casa de US$ 1 milhão de frente para o Lago Washington.